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Alto consumo de carboidratos eleva riscos de câncer

 Estudo publicado na revista Journal of the National Cancer Institute, concluiu que ….

O consumo excessivo de alimentos como a batata inglesa, doces, arroz branco e macarrão, podem aumentar o risco de recidiva em pacientes com câncer de cólon.

Além disso, esse efeito foi observado somente nos pacientes com excesso de peso ou obesidade.

Portanto, para proteger sua saúde e manter o peso adequado, prefira alimentos ricos em fibras e pobres em açúcar.

Inclua com mais freqüência em seu cardápio alimentos como: arroz, macarrão e pão integrais, batata doce, feijões, frutas e vegetais.

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Dica saudável Naturalmente

Ômega-6

 

O ômega-6 é uma gordura poliinsaturada e essencial para o organismo, já que não produzimos esse tipo de gordura.

Previne hipertensão, combate excesso de colesterol ruim (LDL) e controla a glicemia.

Porém, esses benefícios só ocorrem se consumido com moderação e em certa proporção com o ômega-3.

Se não estiver na proporção adequada, estudos mostram que pode destruir neurônios, causar Mal de Alzheimer, causar doenças inflamatórias, trombose, afetar o coração. Também há estudos que mostram que o alto consumo do ômega-6 está relacionado com o desenvolvimento de câncer de próstata e câncer de mama em mulheres menopausadas.

As dietas ocidentais contemporâneas tipicamente têm proporções de ômega 6 para ômega 3 em excesso de 10 para 1, algumas chegam a 30 para 1. A razão indicada é estimada em 4 para 1 ou menor.

As principais fontes de ômega-6 na alimentação são: aves, ovos, abacate, castanhas, cereais, óleos vegetais, linhaça, semente de abóbora, açaí.

Portanto, prefira ter equilíbrio em sua alimentação. Acrescente mais alimentos fonte de ômega-3 em sua dieta. Consuma peixes, castanhas e óleos vegetais, pelo menos 2 vezes por semana e consiga a proporção ideal de ômega-3/ômega-6.

ômega 6

 

Ômega 3

Dica saudável

 

Ômega 3

Diversos são os benefícios da ingestão do ômega 3.

É um tipo de gordura e é essencial, nosso corpo não o produz. É indicado para reduzir depressão, melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular, prevenir doenças do coração e induzir a longevidade.

Porém, nem todo ômega 3 é igual. O ideal, para obter todos os benefícios dessa gordura, é ingerir o ômega 3 de cadeia longa, aquele proveniente dos peixes de águas profundas, como o salmão, atum, sardinha, bacalhau, cavala, arenque, cação.

Existe o ômega 3 de cadeia curta, proveniente dos óleos vegetais e de alguns vegetais verdes escuros (brócolis, couve, rúcula, espinafre). Esse tipo de ômega 3 não apresenta muitos benefícios à saúde, além de esses alimentos conterem também ômega 6, que em excesso pode ser prejudicial à saúde.

Além de todos os benefícios já citados, após ingestão e absorção, o ômega 3 de cadeia longa ainda reduz a inflamação como nos casos de aterosclerose e artrite.

Reduz também o colesterol ruim, os triglicérides e a pressão arterial.

Ajuda a prevenir diabetes, derrame, asma, colites, câncer, declínio mental, osteoporose e mantém a imunidade em dia.

ômega 3

Agrotóxico irregular aparece em 28% dos vegetais no Brasil

Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Das amostras de alimentos analisadas pela agência, referentes ao ano de 2010, 28% apresentaram ou limites acima do recomendável ou substâncias não aprovadas para o produto –um agrotóxico recomendado para o cultivo de eucalipto usado numa lavoura de tomate, por exemplo.

O campeão de irregularidades é o pimentão –92% das amostras analisadas foram consideradas insatisfatórias no relatório do Para (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Anvisa). Há dois anos, esse índice era de 65%.

Os outros dois alimentos mais problemáticos são o morango e o pepino, com 63% e 57% de amostras com mais agrotóxicos do que o permitido, respectivamente.
Foram analisadas 2488 amostras em todos os Estados e no Distrito Federal, exceto São Paulo, que não quis participar da avaliação.

Segundo José Agenor Álvares da Silva, diretor da Anvisa, o problema de resíduos químicos em alimentos pode estar relacionado ao custo dos agrotóxicos. Os pequenos produtores, diz ele, acabam comprando produtos baratos, mas inadequados para um determinado cultivo.

Silva cita ainda a falta de orientação de agrônomos sobre os produtos –agrotóxicos são usados para aumentar a a produção dos agricultores.

PRODUTOS BANIDOS

Dos cinquenta princípios ativos mais usados em agrotóxicos no Brasil, 20 já foram banidos na União Europeia, segundo o diretor da Anvisa.

O endossulfan, achado no pimentão, já não é usado nos EUA e China, por exemplo. Ele foi reavaliado pela Anvisa em 2010 e terá que ser banido do país até 2013.

A presença de química não permitida ocorre em 85% das amostras de pimentão.

Para Luiz Carlos Ribeiro, gerente da Andef (associação das empresas que fabricam agrotóxicos), isso se deve ao fato de os produtores de tomate, que normalmente também cultivam o pimentão, usarem o mesmo agrotóxico para as duas culturas.

Para ele, o problema poderia ser amenizado se a Anvisa aprovasse mais rapidamente os novos agrotóxicos lançados no mercado. Hoje, diz Ribeiro, esse processo leva cerca de três anos.

CÂNCER

A ingestão de comida com excesso de agrotóxicos de forma prolongada pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal.

Pesquisas recentes mostram a relação da exposição a essas substâncias com doenças do sistema nervoso.
Em 2010, a Academia Americana de Pediatria fez uma pesquisa com 1.100 crianças e constatou que as 119 que apresentaram transtorno de déficit de atenção tinham resíduo de organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) na urina acima da média de outras crianças.

Em 2010, foi usado 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em lavouras do país. Ou seja, 5 kg por brasileiro.

fonte: Jornal Folha de São Paulo

Vegetais